Agradeço a todas as visitas e comentários! Seja bem vindo!!! Que Deus abençoe a tua vida!

sábado, 9 de agosto de 2008

Ficou Tudo Muito Bom

Na sua soberania Deus decide entregar a gestão do planeta aos seres humanos

Nosso Deus criador é um Deus muito bom. Por isso, tudo aquilo que Ele fez só poderia ser também muito bom. Após ter criado muitas coisas, inclusive os seres humanos, o Senhor para e contempla: “E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (Gênesis 1. 31). Saber disso leva muitas pessoas a questionarem: onde está toda essa beleza da criação de Deus? O que aconteceu com o mundo? Onde foi que as desgraças começaram a fazer o lucro e a alegria dos jornais sensacionalistas? O que foi que deu errado? Onde afinal está Deus em meio a tantas desgraças?

Foi o amor relacional de Deus que o levou a criar a nós, seres humanos. Somos a única espécie criada à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1. 27). Deus escolheu criar-nos para se alegrar conosco. Ele inclusive nos confiou toda a sua criação. Deixou-nos como co-responsáveis pelo seu belo jardim. O ser humano foi privilegiado para dar continuidade a criação. Como um ser criativo a semelhança de Deus podemos desenvolver a cultura através das artes, do trabalho e da ciência. Na sua soberania Deus decide entregar a gestão do planeta aos seres humanos. Ele poderia controlar todas as coisas, mas nos criou com liberdade. Deus não tem interesse em fazer de nós bonequinhos manipulados por cordas. Ele confiou a nós a responsabilidade de administrarmos toda a sua criação. O que nós fizemos daquilo que Deus nos confiou? O que estamos fazendo?

Onde está Deus diante de tanta miséria, dor e violência? Seria esta a pergunta mais justa e correta a fazer? Talvez esteja na hora de finalmente nos darmos conta de que a questão está invertida. A pergunta mais honesta é: Onde está o ser humano diante de tanta miséria, dor e violência? Até quando vamos continuar fugindo da nossa responsabilidade? Até quando vamos procurar a culpa em Deus, no governo, no passado, em nossos pais, etc? Será mesmo que não podemos fazer nada? Seríamos assim tão medíocres e limitados ao ponto de termos que aceitar tudo como se fosse assim mesmo?

A história nos apresenta exemplos de coisas das mais horríveis e tiranas. Exemplos tristes de fatos que nasceram da mente e do coração dos seres humanos. Mas, temos também homens e mulheres que fizeram jus a capacidade de amar, de colocarem-se a serviço, de somarem com sua criatividade. Podemos continuar a produzir belas obras de arte, encontrar a cura para muitas outras doenças, construir lindos arranjos arquitetônicos, mostrar amor e solidariedade com o menos favorecido... Basta deixarmos Deus ser Deus. E quanto a nós, que nós sejamos mais Humanos!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Um Início Harmonioso

as pessoas esbanjavam saúde, disposição e equilíbrio

Na fé cristã acreditamos que Deus é criador de todas as coisas. Não acreditamos que Deus esteja em tudo. Mas, que Ele criou tudo. Também não cremos que Deus tenha simplesmente dado início a tudo e se ausentado depois disso. Não cremos que a humanidade esteja entregue a própria sorte. A criação conhecida hoje como natureza e humanidade está sim aberta às intervenções divinas. O mundo não é só matéria. Mas, quais eram as intenções de Deus ao criar todas as coisas? Será que Deus precisa de nós para alguma coisa?

Deus é completo em si mesmo. Ele vive numa perfeita comunhão na sua trindade (Pai – Filho – Espírito Santo). No entanto, em sua soberania, decidiu dividir a glória dele. O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus. Para nos criar Ele olhou para si mesmo. O próprio Deus é a referência quando Ele decide criar homem e mulher (Gênesis 1. 27). Por isso, na fé cristã toda vida humana é intrinsecamente sagrada. Toda prática que desvaloriza a vida e que vê as pessoas como objetos deve ser combatida. Cristãos são contrários, por exemplo, a prática do aborto. Cremos num Deus relacional que se vulnerabiliza para compartilhar conosco da sua essência.

A imagem de Deus em nós revela que somos também seres relacionais. A essência de Deus em nós faz também com que sejamos seres espirituais. Na Bíblia lemos ainda que “o SENHOR Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo” (Gênesis 2. 15). Isso significa que somos também seres com uma dimensão física. E, se Deus pôde dizer para a humanidade: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá” (Gênesis 2. 16, 17), isso significa que as pessoas podem discernir entre o certo e o errado. A sabedoria também é algo que compõe a essência humana.

Deus estava satisfeito com a sua criação. Todas as tardes Ele passeava pelo jardim para encontrar-se com as pessoas e conversar com elas. Existia uma perfeita harmonia entre todas as coisas. Espiritualmente havia harmonia entre Deus e sua criação, entre o ser humano e seu Criador. Nos relacionamentos entre os seres humanos também havia harmonia, respeito e companheirismo. Fisicamente as pessoas esbanjavam saúde, disposição e equilíbrio. Todos podiam entender a ordem da criação de Deus e se submeter a essa ordem. Qual seria a razão para que as coisas não tenham continuado assim? O que deu errado? Onde começou a reinar a desarmonia na Terra? A vontade de Deus é que as coisas tivessem continuado como no princípio.

sábado, 2 de agosto de 2008

Uma vida solitária

Ele nasceu em um vilarejo desconhecido, o filho de uma camponesa. Cresceu em outro vilarejo onde trabalhou em uma carpintaria até completar trinta anos. Então, durante três anos, foi um pregador itinerante. Nunca escreveu um livro. Nunca ocupou uma posição. Nunca teve uma família ou uma casa. Não freqüentou a faculdade. Nunca conheceu uma cidade grande. Não se afastou sequer trezentos quilômetros do lugar onde nasceu.
Não fez nada do que normalmente acompanha o poder. Não tinha credenciais, era simplesmente ele.
Tinha apenas 33 anos quando toda a opinião pública se voltou contra ele. Seus amigos fugiram e um deles chegou a negá-lo.
Foi entregue a seus inimigos e passou pelo escárnio de um julgamento. Foi crucificado entre dois ladrões.
Quando estava morrendo, seus executores disputavam por suas roupas, suas únicas propriedades neste mundo. Quando morreu, foi sepultado em um túmulo emprestado por um amigo misericordioso. Dezenove séculos se passaram, e hoje ele é a figura central da raça humana.
Todos os exércitos que já marcharam, todas as frotas navais que já navegaram, todos os parlamentos que já existiram e todos os reis que já reinaram, colocados juntos, não influenciaram a vida do homem como essa vida solitária.

(James Allan Francis)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Redenção da Educação

O aprendizado, as lições passadas, as experiências compartilhadas naqueles 14 dias de SEDEC na Fazenda Rio Grande/PR foram realmente marcantes. Os vários testemunhos e os laços afetivos criados comprovam isso. Restam as saudades e o desafio de colocarmos em prática algumas coisas aprendidas. Não podemos nos esquecer jamais de que Deus nos colocou e nos deixa neste mundo para fazermos diferença.

Na Sexta-feira (18/07/2008) de manhã a Andressa compartilhou sobre a A Redenção da Educação. Foram citados alguns pensadores da Educação:

Confúcio: educação para o povo, inclusive para os pobres.

Agostinho: Toda a educação, toda verdade vem de Deus.

Lutero: A separação do ensino por faixas etárias. O ensino deve ser um ensino útil.

Wallon: O ensino deve ser integral. Ver a criança como um todo. Formação integral.

Deus tem vocacionado pessoas para redimir também essa esfera da existência. Os educadores cristãos precisam tomar cosciência de que são chamados a assumir sua responsabilidade diante dos desafios de educar as novas gerações.

Projetos e Recursos

Na quarta e quinta-feira (16 e 17/07/2008) a Márcia Suss falou sobre elaboração de projetos e captação de recursos. Confesso que estava tão cansado, além de gripado, que não aproveitei muito. Consegui captar pouco do ensinamento. Abaixo alguns conceitos expostos. Tenho que dizer também que particularmente eu conceituo Propósito, objetivo e meta um pouco diferente.

A meta deve descrever o objetivo geral e os objetivos específicos. Os objetivos respondem a pergunta: “para que se faz o projeto?”.

O objetivo geral é aquele que expressa a maior amplitude, exigindo um tempo mais longo para ser atingido e a ação de outros atores, que como o propositor, contribuem para a resolução do mesmo problema. Assim, o objetivo geral é aquele que só será alcançado pela somatória de várias ações e pelo trabalho de vários atores. Indica como o projeto poderá contribuir para a minimização dos problemas.

Objetivo específico: são os desdobramentos do objetivo geral, expressando diretamente os resultados esperados. São os focos imediatos do projeto, que orientam diretamente suas ações.

Para visitar o Blog Recursos Já sobre o Terceiro Setor clique aqui.



quarta-feira, 23 de julho de 2008

Na quarta e quinta-feira (dias 16 e 17/07) ouvimos sobre Elaboração de Projetos e Captação de Recursos. A segunda semana do SEDEC foi mais prática. O Seminário terminou no sábado a noite. Só ontem chegamos em casa. Com tempo vou postar mais algumas coisas a respeito das duas últimas semanas no CADI que foram realmente maravilhosas.

sábado, 19 de julho de 2008

ONGs

Na terça-feira (15/07/2008) a turma estava toda com a cabeça nos projeto semente que seriam colocados em prática a tarde. No entanto, a manhã foi com aula. Acyr de Gerone falou sobre Terceiro Setor – ONG’s – Organizações Religiosas. O assunto tratado foi sobre as questões legais em torno da ONGs.

ONG é um conjunto de organizações sem fins lucrativos (e econômicos) que, a partir do âmbito privado, almeja propósito de interesse público.

ONG’s são instituições privadas, com fins públicos (Rubens César Fernandes).

São formais, autônomas e voluntárias.

América Latina: melhorar a condição social comunitária e agir na democratização e mobilização popular.

Função Social: Estrutura formal fora do Estado, ligadas à comunidade/sociedade através de atos de solidariedade e forte esforço voluntário. Não distribuem lucro, relativa autonomia (auto governadas).

No Brasil

Primeiro setor – governo, fins e recursos públicos.

Segundo setor – mercado, recursos privados e fins lucrativos.

Terceiro setor - recursos privados ou públicos para fins públicos. Complementam a atuação do estado.

ONG = associação, fundação, entidades religiosas

Associação: Associativo, beneficente, OSCIP.

Associação – foco nas pessoas

Fundação – foco nos bens.

http://www.projetofazendodiferenca.org/

http://www.icd.org.br/

Veja Também:

Related Posts with Thumbnails