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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Ele Morreu Por Mim

ninguém é refém das circunstâncias da vida

Vivemos um tempo em que poucas pessoas admitem o pecado. Encontraremos aqueles que argumentam tratar-se de uma coisa criada pela igreja. Como se o sentimento de culpa fosse uma instituição possível de ser criada por algum ser humano. Seria o egocentrismo também algo que resultou da criatividade humana? Até mesmo criancinhas angelicais já demonstram egoísmo e violência quando contrariadas. A dificuldade em compartilhar as coisas, a natureza voltada para si, o desejo de levar vantagem... Não são características que vemos apenas em alguns adultos desequilibrados. Ninguém é apenas fruto do meio social onde cresceu. Sim, todos nós sofremos influências que marcam nosso caráter e personalidade. No entanto, ninguém é refém das circunstâncias da vida. Muito embora, a maioria das pessoas precise de ajuda e orientação para se libertarem.

A Bíblia Sagrada trata o ser humano de maneira bem realista. As diversas histórias e aspectos biográficos dos personagens não são mascarados. A Bíblia é diferente dos nossos livros de história romanceados. Os heróis não são perfeitos. Os maiores personagens têm suas mazelas e deslizes expostos. Diante de Deus a questão não é o quanto podemos nos mostrar perfeitos. E, sim, o quanto estamos dispostos a admitir nossas limitações e necessidade que temos da redenção. Apesar de conseguirmos corromper toda a bela Criação, Deus nunca desistiu de nós. Seu amor jamais permitiria que ficássemos entregues a nossa própria sorte. Por isso, podemos ter sempre a certeza de que jamais estaremos sozinhos em nosso planeta azul.

Muita gente no mundo conhece ou já ouviu falar de Jesus Cristo. Desses, muitos ainda acham que ‘Cristo’ é apenas o sobrenome de Jesus. Outros vêem apenas um mito, um personagem, um Jesus que não existiu de verdade. Encontraremos também aqueles que admiram o Cristo por suas idéias e belos exemplos. Tantos ainda equiparam Jesus a um Che Guevara, Gandhi, Maomé ou Kardec. Pessoas que idolatram um Jesus idealizado, fabricado segundo suas próprias expectativas e necessidades existenciais. Poucos, pouquíssimas pessoas tem se aprofundado na questão maior: a morte de Jesus Cristo na Cruz do calvário. O que isso significou? O que continua significando para a humanidade em pleno século XXI? Jesus demonstrou o tempo todo saber das coisas que o aguardavam. Diante das autoridades da época, deixou claro que estava seguro e consciente quanto ao que ocorria e ainda estava para ocorrer. Podemos ainda admirar os grandes feitos e ensinamentos de Jesus e, ao mesmo tempo, ignorar os aspectos mais relevantes da sua passagem sobre a Terra? Você compreende o grande mistério da morte daquele homem que afirmava com toda convicção ser o filho de Deus?

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